Lisboa ocupa o 57º lugar, no ranking das cidades mais caras para se mudar, com o custo de vida do primeiro mês no valor de 1.032,38 euros.

O Dubai, nos Emirados Árabes Unidos é a cidade mais cara, com base no primeiro mês, em que o custo de vida é de 3.632,65 euros, com  preços altos de arrendamento e taxas de visto.

A cidade do Cairo, no Egipto, é a menos cara para se mudar, com base no primeiro mês, onde o custo é de 560,41 euros, com preços baixos de arrendamento e comida e bebida a preços acessíveis.

Segundo o 2018 First Month Relocation Costs Index, realizado pelo Nestpick que analisou os destinos mais populares para oportunidades de trabalho, universidades de primeira linha e culturas em ascensão, antes de finalizar uma lista de 80 cidades de todo o mundo. Para calcular o custo de se mudar para cada local, primeiro pesquisou os possíveis factores de imigração, como uma possível taxa de visto e o tempo de processamento do visto. Em seguida, foram calculados os custos de vida para o primeiro mês, cobrindo os preços dos aarrendamentos, o custo da internet, o serviço telefónico, as despesas com alimentação e bebidas e os custos de transporte público. O índice final é então classificado de mais para menos caro, com base no custo total envolvido para o primeiro mês de realocação.

Ömer Kücükdere, director administrativo da Nestpick, admite que “o mundo nunca foi mais acessível do que é agora para aqueles que procuram oportunidades de emprego, intercâmbios culturais ou centros de trabalho remotos. Nos últimos anos, em especial, vimos tendências que mais pessoas do que nunca estão se mudando para destinos distantes que rapidamente se digitalizaram. Agora é igualmente possível encontrar 4G em uma praia como em uma cidade urbana”.