Lisboa está definitivamente na moda e não é por isso de estranhar quando 95% dos estudantes internacionais recomendam a capital portuguesa a um amigo ou colega.

Segundo o estudo da Uniplaces, plataforma online para alojamento de estudantes universitários, realizado em Fevereiro deste ano, em parceria com a ESN Lisboa – Erasmus Studen Network, junto de estudantes internacionais que reservaram casa em Lisboa através da Uniplaces em 2017, verifica-se que desde 2010 que o número de estudantes de mobilidade no nosso país duplicou.

Os resultados revelam ainda que as principais motivações que levam os estudantes a estudar fora do seu país são bastante diversificados, sendo que maioritariamente se trata da oportunidade para experienciar uma nova cultura (63%), viajar e conhecer um novo destino (56%) e aumentar as oportunidades de emprego (50%) que levam jovens de todo o mundo a escolher um novo destino para dar continuidade aos seus estudos.

Relativamente à experiência de mobilidade na cidade de Lisboa, os inquiridos revelam que os três principais motivos que os levaram a selecionar a capital portuguesa foram: a vida social – condições atmosféricas, vida noturna e praias (55%), o custo de vida na cidade (50%), mas também a qualidade da universidade e/ou programa de ensino selecionado (45%).

A ‘História e cultura da cidade’ e as ‘Condições atmosféricas’ a experiência na cidade superaram as expectativas; a ‘Qualidade da universidade’, o ‘Custo de vida’, a ‘Vida noturna’, ‘Segurança’, ‘Transportes’ e ‘Comida’ corresponderam igualmente às expectativas que tinham previamente a virem para a cidade.

Para Inês Amaral, Marketing Manager da Uniplaces em Portugal, “desde 2010 que o número de estudantes de mobilidade no nosso país duplicou e, apenas no último ano, 82% dos jovens que arrendaram casa ou quarto através da Uniplaces são estudantes internacionais. Neste sentido, é importante percebermos o que os leva a seleccionar Lisboa para estudar, e quais as expectativas que têm em relação à cidade. Só assim conseguimos proporcionar-lhes uma experiência de mobilidade verdadeiramente rica e que se traduz em muito mais do que encontrar alojamento no nosso país”.