Muita procura, poucos quartos e preços de arrendamento elevados. Existem boas notícias para os estudantes universitários

No mês passado foram colocados 43 992 estudantes nas universidades em Portugal, concentrados sobretudo em Lisboa, Coimbra e Porto. A par das colocações surgiram novos protestos relativos ao preço das habitações e do arrendamento.

Neste contexto, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) anunciou ao jornal Público a reabilitação de 12 imóveis no âmbito do Plano Nacional de Alojamento do Ensino Superior (PNAES).

De que trata o PNAES?

Lançado em maio de 2017, o PNAES foi criado com base num estudo realizado pelo MCTES. A conclusão? Que apenas 12% dos estudantes que se deslocam para outra cidade, que não a de sua residência, tem acesso a camas disponibilizadas pelo Ensino Superior.

Mais de 100.000 alunos procuram anualmente um quarto ou imóvel para arrendar e não têm oportunidade de alojamento nas residências universitárias.

Qual o resultado desta nova medida? Mais 2 mil camas até 2021.

O objetivo desta medida passa então pela disponibilização de 700 camas em 2019, 900 em 2020 e 400 em 2021, perfazendo assim um total de duas mil novas camas. Como? Através de parcerias entre as instituições de ensino superior e a Fundiestamo.

Por outro lado, segundo declarações do gabinete da secretária do MCTES , está também em curso a “identificação de imóveis pertencentes ao Estado para inclusão no PNAES”.

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